Costumava ser assim quando você partia, vidros quebrados, e
tudo caindo em pedacinhos pelo chão. No porta-retrato permanecia o que foi a lembrança
dos seus sorrisos, mas Deus sabe que eram apenas fantasmas. Costumava ser inteiro,
costumava ser mais do que deveria ser.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Hino ao amor.
Não me importa se não me ama, pois não me importam teus sentimentos agora. Que me importaria eles se nada jamais mudou? Querido não me olhe como se já não soubesse que é Sol, lua e estrelas dentro de um pequeno globo de vidro esperando para ser quebrado no inverno das almas. Se não conversamos sobre isso, se não conversamos nunca deve perdoar a infelicidade de eu ter nascido pequenina demais diante dos arroubos alheios. De todas as tuas frases imaginárias dentro da minha mente, je t'aime, é como um hino tolo. Sei que sempre tive grandes olhos para segui-lo e sentimentos fracassados, sei também que algum dia saberá entender por eu nunca poder esquecer.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Em algum momento da minha vida sei que vou voltar a encontra-lo.
Tem demorado uma eternidade e o céu tem se tingido de cores aleatórias, e as vezes parece que há um abismo profundo entre nós. O vento continua sussurrando seu nome distante entre as pedras no alto daquela montanha, e embora pareça que nunca existiu eu sei que continua lá. Costumo me perguntar se tinha medo do esquecimento, mas isso não importa agora. Por trás da educação e das palavras que eu poderia insistir em lhe falar, sei que está muito para lá da correnteza e espero que não veja quando eu me calar.
Assinar:
Comentários (Atom)