A vida... tudo sobre ela é incerto e sabe que segue como as ondas do mar em seu balanço constante cheio de muito, as vezes tocado de pouco. As velas que se apaga uma vez ao ano, a dança que se dança no grande momento de nossa existência, o fio de cabelo que cai e se vai, o toque que toca cada parte mínima e infinita do nosso ser que estará guardado em caixinhas pequenas na cabeça. Do desejo de que nunca termine enchesse as papilas gustativas, mas Deus sabe que não controlamos nada e que nunca iremos. Como o balanço do mar em nossas vidas agora sinto que sinto muito, por todas as coisas que não há como mudar, por todas as coisas que não sou dona, por todas as coisas que ficaram, por todas as coisas que não acontecerão e ainda mais por aquelas que irão acontecer. Haverá sempre um espaço tremulo de bons sentimentos em meu coração, e é lá que eu sempre te guardarei, por toda a eternidade intacto. Que o rio de lágrimas seque e que novas flores voltem a brotar mesmo que a primavera tenha se extinguido.
segunda-feira, 27 de maio de 2019
terça-feira, 7 de maio de 2019
Vício.
Voltei ao vicio dos cigarros, para ser honesta nunca me desfiz deles. Sabe aquela vez que eu dizia que ia ao banheiro e demorava tempo demais, ou as vezes em que ia dar uma volta sozinha pela praça? Pois é, eu estava! É sutil o modo como eu finjo não precisar mais deles até para os cachorros de rua, mas quando não há viva alma olhando, lá estou eu de volta a eles. É embaraçoso, é verdade. Seria melhor que eu afogasse o vicio dentro do oceano atlântico para que ele circulasse pelo oceano indico e terminasse no oceano pacífico , talvez na barriga de algum animal marinho tipo um peixe. Melhor ele do que eu, não é mesmo?
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