Ainda olho com mais frequência as fotos que você sorri, pois é como se estivesse sorrindo mais uma vez para mim. Há ausência, mas a necessidade é traiçoeira e persistente, nos faz duvidar até da nossa capacidade de duvidar, nos coloca em um jogo infinito sobre o que é real e o que não é, o que foi e o que não foi, como foi. Realmente, como foi? Pergunto porque as lembranças se embaralham na cabeça causando uma tremenda enxaqueca e ai vem as palavras tentando dar sentido há aquilo tudo que outrora sentimos. Dá pesar, mas quem nunca passou por isto, quando o seu amor por aquela outra pessoa simplesmente não é suficiente? Não existe amor em solitário, o amor precisa da figura a qual se direciona o afeto e precisa que esta pessoa o faça crescer dentro de ti como erva daninha que vai subindo e se grudando as nossas paredes até parecer que estamos completamente tomados. Amor é sobre correspondência, pois amor não correspondido deveria ser doença. Agora me encontro enferma? Quem saberá? As vezes sinto um sintoma estranho aqui e ali e principalmente esta coisa persistente sobre querer enquadrar e colocar dentro de uma caixinha tudo o que nós fomos um para o outro e até aquilo que não fomos. Será mesmo doença? Sei que é besteira, afinal como se faz isto? Talvez precise de uma ultima conversa, aquela que coloque um ponto final em tudo de modo que se sinta que não há volta atrás, mas... Eu quero... As vezes apenas que haja volta atrás. Estamos apenas fugindo um do outro para não dizer que terminou, pois terminou, não foi? Seria mais fácil que estivesse aqui em frente a mim e que eu pudesse te olhar nos olhos e sentir que se foi aquela coisa absurda que me impelia em direção a você e que você também pudesse sentir, pois se me disser que não pode sentir então eu aceito e digo que desta doença também estou me livrando, mas a vida... Ah a vida... Ela é complicada, além da distancia emocional, também estamos distantes fisicamente, mesmo que eu queira por hora apenas não nos alcançamos. E assim dentro de todas as razões para esquecer fico um passo atrás e ainda não esqueço o quão bonito foi eu e você!
domingo, 22 de abril de 2018
No hay palabras...
No hay
palabras,
nunca han habido palabras
mientras miro lo que éramos
pero ya no lo somos
Me pregunto,
fue raro quererte tanto?
Me pregunto,
te dolió tanto?
te dolió tanto cuanto me duele?
Recuerdas un rato que sea nuestras sonrisas?
También piensas as veces que todo fue una mentira?
En momentos de desesperación te convences de que te
amo
como me convenzo de que me amas?
Mira a la ventana de noche
creyendo
poder ver una señal que sea que diga:
que me
perteneces y que yo,
yo
siempre te he pertenecido
Lo que es
tuyo tarde o temprano volverá.
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