quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

O seu lápis perfurou a folha de papel e adentrou uma camada que doía mais. O som surdo, o papel rasgado e a mancha no passado.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Toda a coisa de dentro explodindo e eclipsando qualquer pensamento seguro que a alma costumava ter, devorando poeira e consumindo mais do que necessário, descobrindo quando é o momento certo para respirar. Sair e romper a casca, as coisas são do jeito que devem ser. Se a culpa devorasse menos, mas ela esta devorando cada pedaço, cada momento. Cada sonho que eu costumava ter é consumido facilmente pelo dia entorpecido que quebra antes do anoitecer.