sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Você deveria estar aqui.

Me abraça apertado, me diz que o tempo não ficou no passado, se foi pretérito perfeito ou apenas um predicado. Me diga que eu não estou atrasado, e que eu poderia colar teus pequenos pedacinhos com um superbonder barato. Diga que sua janela se espatifaria na minha janela e eu estaria acordado para te receber e para te pertencer. Se tempestades desabam de repente no verão, inunda a minha alma e se arrasta para o meu colchão, pois estou cansado de esperar que o universo reverta e te entregue para mim então.

sábado, 8 de agosto de 2015

Podemos...

Podemos desistir da tristeza que se abateu sobre nossas almas, lembrar de quando eramos crianças correndo pelo prado sem pensar no dia seguinte e que teria que se levantar para ir ao trabalho? O nosso cachorro ainda estará lá pulando em volta dos nossos tornozelos até nos derrubar, e a cor do céu será azul novamente e pela última vez vamos rir sem ser forçado, sem ser por desespero, simplesmente por rir. De tempos que não voltam...