sexta-feira, 18 de março de 2011

Amor Meu


Amor meu, tão apopléticamente bobo
Que se entrelaça em minhas pernas 
e sai com um outro
Ignora todo o mar de palavras jugosas
Se atira em paredes das mais pegajosas
Que cego o mar seria se não te beija-se pelas borbas
Que louca seria a lua se sua amante não se torna-se
Embriagado em seu perfume de areia selvagem
Que tolo eu seria amor
Por te amar nem que seja um pouco
Amor meu

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