sábado, 3 de março de 2012

Você sabe que pode...

Você sabe que pode, me arrasta para o chão e me observa afogar com seus grandes olhos de mar morto, ri da minha cara meio perdido, completamente dono de si mesmo e dos próprios desejos absurdos. Eu me contorço   implorando piedade, mas pra você é um jogo divertido demais, eu tremo e mordo lábios e rolo na minha já tão devastada dignidade. E é tudo um constante motivo para sorrisos delinquentes, beliscões e escapadas constantes ao teto. Você sabe como me fazer sambar de madrugada nos seus pés.

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