Anseio acreditar em algo, nem que seja nos meus desejos mais primevos. Estou cuspindo meus próprios dentes e tentando me firmar sobre o solo, mas a tempestade se aproxima e emergimos uma outra vez de nossas cicatrizes, vazios e frios. Estou tentando ter um pedaço de mim firme, estou tentando ser firme e fazer da coragem meus pés, me guiar para longe do ceticismo, ceticismo absurdo que me esmaga.
Estou gostando do gosto doce da minha solidão, gostando do gosto amargo de uma próxima desilusão. Estou acorrentada!
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