domingo, 3 de novembro de 2013

Como sempre você...

Veio como uma enxurrada triste e pesada, e carregou o que pouco tinha. As rajadas de vento ainda sopram na janela dizendo a mim mesma que... Silencie-se dentro de mim, e deixe te engolir como um sonho ruim. Torne-se passado remoto, porque preciso deixa-lo ir para que também eu possa seguir.


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