quinta-feira, 17 de abril de 2014

Gabriel Garcia Marquez...

Quando passou pela primeira vez pelo mundo fez clock clock insistente, quando em seu delírio folhas voaram pelos ares do mundo caindo em pequenas mãos, fez clock clock de novo. Se eram seus ossos, ou seus passos desgovernados, ninguém poderia dizer, havia apenas o gosto peculiar em seus lábios, da sua vida inigualável que corria pelos grandes rios da nossa existência mortal, enquanto todos sabiam e diziam "a sua é imortal..."

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