quinta-feira, 16 de abril de 2015

Coisas inofensivas...

Andei dando importância a coisas tão pequenas e sem significados, mas quanto as pedras pontiagudas lá em baixo finjo que nada sei. O torpor vem macio pelo horizonte existindo em sua bagunça silenciosa atrás de mim, rompendo com as barreiras de modo sutil e falsamente inofensivo.  Estou no declive e algum dia insisto que olharei para baixo, para a escuridão que também sou eu, que deveria ser eu, que será quem eu sou. 

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