A vida nasce e morre no interior de uma montanha adormecida
Semeia, colhe e devolve a terra o que por ela lhe havia sido concedida.
O pó de que o universo é constituído se espalha pela superfície
do céu escuro, noturno do dia que jamais irá brilhar segundo o que se disse.
Os monges, os velhos e os sábios de nascença
também se agarraram algum dia a uma pedra
que jamais sentiu o cheiro do mar e que por fim perdeu a sua crença.
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