sábado, 20 de maio de 2017

A vida nasce e morre no interior de uma montanha adormecida
Semeia, colhe e devolve a terra o que por ela lhe havia sido concedida. 
O pó de que o universo é constituído se espalha pela superfície
do céu escuro, noturno do dia que jamais irá brilhar segundo o que se disse.
Os monges, os velhos e os sábios de nascença 
também se agarraram algum dia a uma pedra 
que jamais sentiu o cheiro do mar e que por fim perdeu a sua crença.



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