Talvez eu goste da tristeza, talvez é por isto eu tenha aceitado ficar para trás. Alimentar o ego fragilizado é apenas diversão como a criança doente da família. Queria ser boa em me satisfazer apenas com a concepção da sua existência, mas apesar de todas as palavras gastas nenhuma preenchera a grande esfera das nossas memórias falidas. O nosso foi como queimar de dentro para fora, como combustão espontânea fruto da insensatez juvenil. Quem sabe um comprimido tenha o poder de curar toda a desilusão lacerando as paredes do sujeito e do objeto, basta ter um pouco de fé.

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