Sigo te vendo toda vez que cruzo a rua pavimentada tão movimentada. Ainda posso vê-lo parado ao longe com expressão serena olhando em minha direção. Ainda posso vê-lo em cada pequeno cometa que se perde ao entrar na orbita da Terra deslizando na superfície escura me fazendo novamente renovar um velho e torpe pedido aos Deuses de algum lugar desconhecido. E por fim... Eu te vejo... te vejo em cada ferida aberta que deixaste como se jamais pudesse novamente se cicatrizar.
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