Sou pequena e não entendi que seu amor resolveu me deixar, preferia que houvesse me matado a me deixar sozinha para sofrer as consequências do nosso pecado. Alguns caminhos se quebram antes de chegar ao fim da curva e se estraçalham além das linhas brancas de giz marcadas pelo chão. Seu cheiro, seu gosto e tudo que me lembra que preciso esquecer ficou em mim como uma marca indissolúvel presa a minha garganta a me sufocar. Que me sufoque, que me sufoque até as ondas do mar decidirem me carregar. O que ficou para trás, para trás ficou. Flores, desabores, desamores, desgostos. Eu esperei pela vida, mas ela não esperou por mim!
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