Sou uma boneca quebrada. Levou embora minhas cordas e eu me tornei um objeto paralisado no fundo de uma sala empoeirada onde não desejo brincar com mais ninguém. Me esqueça, pois eu mesma me esquecerei assim que puder manobrar a distância das coisas que me importaram. Há barulhos de passos no cômodo, mas eu me contento em entender que estou quebrada e já não me devolverá as cordas que carregou.
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