sexta-feira, 3 de julho de 2009







É estranho pensar que terminou. O sentimento de perda sempre é muito intenso, sei bem, mas o nó que prende minha garganta para que eu não solte um grito, esse sim agora sinto com uma infelicidade cruel que com o tempo me consome, e dói, como dói. Ninguém escreve um manual para quando uma criança nasce, dizendo:
Você sofrera muitas perdas e acredite isso não ira te matar, ou, seu coração terá que ser reconstruido tantas vezes que talvez chegue o dia em que você não mais sentirá.
Uma hora mais cedo ou mais tarde os sentimentos, todos eles iram se juntar formando um burburinho interno insuportável, a agonia será tanta que as lágrimas não poderão ser mais contidas ou escondidas, e meu Deus, mas por que acabo me desesperando sabendo disso? Tenho que pedir desculpa a mim mesma por vezes ser tão cruel recorrendo a memórias tão velhas que estão amareladas e escondidas dentro do mais intimo e escondido da minha alma de ferro.
Desabafar com o nada resolve a revolta interna?



By: K®




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