domingo, 29 de maio de 2011

Despertei com uma vontade incontrolável de joga-lo para fora do meu guarda-roupa. Toda a ameaça grosseira de seus toques a primeira gaveta, abrindo o céu de meia noite para o seu único e exclusivo, tão perpétuo desejo. Meio desajeitada o arrastei para fora, sem gritos, mordidas ou pequenas confusões. Sonolenta que estava tropecei em seus tornozelos e rezei para te-lo longe dos meus apertões. Mas esqueça logo, apenas quero-o longe do meu guarda-roupa pelos próximos mil sóis de gelo. Está decretado!

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