Bati novamente o nariz na porta. Seria sim meu bem... Terceira vez. O gosto de madeira entre os dentes e meus dedos completamente dormentes. É que estive me endireitando, questão de um dia, nada por mero acaso, é que de repente me havia sentido culpada pelas faltas, coisas erradas de menina, admito, até o batom vermelho borrar... É sobre essas coisas pequenas e miseráveis que falo.
Mas, o que eu estava fazendo ali parada outra vez, mastigando minha própria insensatez, acuada feito um gato? Respiro profundamente e devo dizer: Não sei!
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