quarta-feira, 24 de agosto de 2011



Embriaguei-me por esta vez com sua rebeldia de pequenos trejeitos ao alvorecer. Sorrias, e ria desesperadamente sob a luz tímida do sol. Era bela e jovem e nada mais importava.Te queria por inteiro, não pela metade, te queria pelo meio, não pelas beiradas, te abraçaria de madrugada, não na virada e seria refém das suas predileções para não morrer na falta de atenção. Serias sempre meu pássaro belo e ingenuo e eu que de ingenuidade ficaria a dever contribuiria com meus afetos no meu já concreto ser para ser seu.                    
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Jogaram-me o véu torpe da juventude, eu nada sabia, me assombrava, me assustava, me mordia, apenas pelo gosto da carne entre meus dentes, quando o conforto enfim se apossava dos meus desejos viscerais.

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