Não é como se as coisas certas insistissem em cair cheias dentro de mim, despedaçando as barreiras da escolha. Depois diferentemente a paranoia nos corrói pela garganta, não há escolha, não há escolha. O passado sempre como um fantasma entre nosso presente e futuro conectando lama a lama. Os pingos de chuva caem na testa, lembre-me, lembre-me de esquece-lo amanhã.
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