Estou a atender o telefone outra vez, as vozes sempre falastronas soam. Eu escuto e nunca sei usar palavras bonitas suficientes que lhe convençam sobre o que deve fazer. Nosso equivoco sobre certo e errado passou dos limites, mas estamos de pé em uma jangada preste a afundar e isso é tudo. Apenas quero escutar as sinetas de aleluia quando o dia clarear, quero que diga que está tudo bem e não preciso me segurar, mas estou preste a me afogar e não a nada tão belo no fundo do mar que me faça querer abandonar a borda do céu.
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