O oceano está me puxando para baixo aos solavancos, me prendo a fina existência do meu próprio ser, mas seu rosto desaparece na espuma marítima com um soprar barulhento de ventos. Meu espirito é fraco perto do seu assombroso queixo e desta vez estou com a mão longe da borda e aguardo. Espero ansiosa que o azul se torne mais azul e o verde mais verde timbrado sobre meus olhos a ponto de não enxergar mais a profundidade dos abraços, beijos e apertões jamais dados.
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