
Pedaços do cotidiano. Se mordemos, mordemos com força para que acha gemidos e sangue pelo chão. A selvageria e a presa do fogo que chamusca a pouca amabilidade do meu ser. Desdenho tua pureza e fraqueza como desdenho a minha própria falta. Cercado pelo mundo que pouco me estima, me agarro a passos tortos e pesados tombando ocasionalmente pelo caminho. Aguardo, a tua volta que não é mais, e ao destino que já não é meu, as palavras que me correm da boca fugidias, as desvantagens do meu ser.
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