Ela me disse que pedacinhos sempre seriam como pontinhos no teto, e eu apenas observava a luz escapando pelas frestas do sótão, de onde ela jamais sairia. Ela dizia: minhas mãos são como folhas ao vento e estou tremendo ao seu encontro. Mas já não havia nada em minha alma que pudesse acolher e segurar a chuva precipitada em seu peito.
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