sexta-feira, 6 de junho de 2014

Ponto...

Os ventos sopraram em meus ouvidos que se o esquece-se esqueceria a mim, mas o mundo sabe o quanto isto já ocorreu. Por baixo da pele, as veias escorregando em vales perigosos de lamuriação. Insisto em dizer que esta não sou eu, que este não é você, e iniciamos um novo dia, o sol brotando no horizonte, nascendo a leste e  se pondo a oeste. Cristais de gelo cristalinos como diamantes brotando da sua negação. É chegado o doloroso momento do ponto final. FIM!

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