13 de novembro, sexta-feira, o mundo anuncia:
Há sangue nas calçadas de Paris!
As badaladas dos sinos da catedral de Notre-dame
contam as lágrimas de mais de uma centena de vidas,
vidas que se tornaram estáticas, na força do tempo imortalizadas
Pedacinhos e fios de histórias que jamais serão contadas
se perdem trêmulas em um céu bruxuleante.
Há silencio, mas com o silencio ninguém quer lidar .
Há medo, porém o medo é capaz de afogar
Há desespero e este é difícil acalmar.
Quem há de calar os desfechos trágicos da vida
se para retirar uma alma de seu caminho,
apenas se necessitam mãos, canos de aço e um tick-tack insistente?
Quem são eles que ão de justificar seus atos em nome de Alá?
Terão eles, pais, irmãos e filhos a quem amar?
Por que não tinham nada a perder quando se perderam?
Ainda assim na cidade de Paris, quem há de dormir?

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