terça-feira, 21 de agosto de 2018

Ama.

Segue sendo uma memória, como fumaça que surge de repente, mas aos poucos se evapora para não deixar muito além de uma sensação estranha de ausência. Me embrulha, te embrulho, nos embrulhamos! Se ama a lembrança, não se ama o ser? Se ama o que ele representou, não o que ele é? Se ama a ilusão, não a realidade tangente? Se ama...? Ama?

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