quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Depre...

Sinto meu mundo ruir e com ele minha vida e alma pequena e insignificante na dança magistral da existência que nos assola, engole e consome. O medo que antes era um senhor pequeno e velho fez morada e hoje é vizinho frequente que atravessa sem bater a porta. Mergulho em tudo que não era para ser mergulhado, me afogo e afogo sem enxergar além do azul escuro, do negro. Me encolho ainda mais na minha mesmice e já não escuto os chamados insistentes de fora.  Me deixe! 
Não me deixe!                                   A B C D E F G H 

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