Quando um parente se vai, parte de você se apaga, e então se morre um pouco junto. Pois o que determina nossa existência, são nossas memórias, nossas vivências e aquela parte de você esquecida da infância que não se lembra, mas o outro sim evapora como fumaça densa. Cada ano, cada perda mais retornamos ao nada, ao vazio, ao buraco negro da inexistência. Cada ano que passa mais retornamos a nossa verdadeira casa.
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