Nesses dias que nenhuma de nossas poesias faz sentido,
e o mundo parece repleto de incoerências,
eu me deparo com esses teus olhos de fingida malícia,
e por Deus eu me esqueço de tudo anteriormente dito.
Então salve-me das minhas próprias aflições
para que eu não peça abrigo a mais ninguém.
Ah, esse mundo de incoerências
onde seus braços parecem o porto
onde eu desejo profundamente chegar
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