quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Lambi seu teto de vidro!

 Lambi seu teto de vidro! Ganhei alguns arranhões, pois é certo que absolutamente nada é imune, e sabemos bem disso. O vento na varanda, arrastando os perdões que você nunca, jamais me diria. E sempre restara este gosto inerte de coisa podre a jorrar das entranhas do mundo, súplices.
Me abocanhe por dentro violentamente, se debata dentro de minhas paredes e cante alguma vitória falsa por isso sem hino certo, desprovido de qualquer identicade que ainda possa lhe restar. Acontece que estive pesando coisas sem sentido apenas, coisas sem sentido.

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