Vou me partir em pedacinhos, recolha um e me leve a qualquer lugar.
O vento bate e eu quero abraça-lo até ele me acalmar.
Sopre sobre mim, me deixe sentir que há uma razão para estar assim.
Torno a me quebrar, não acho que cola de bastão irá me curar.
Arvores de cerejeiras balançam como se fossem se despregar
Sakura diz que a sua casa irá tornar.
Como boa filha, junto a terra quer se misturar.
e eu me pergunto se é assim também,
que eu devo me tornar.
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