Pare de ser o sol da vida, me empurrando para baixo com teus sorrisos desencontrados, que não são sorrisos. Pare de ser aquilo, aquela razão, aquela coisa me tragando pra dentro de algum buraco escuro.
Pare de ser vício inconsequente nauseante, que me diz fique em mim.
E mais uma vez por favor pare de se arrastar como um vírus dentro das minhas veias inflamadas, tão cansadas, por não te ter mesmo tendo muito mais fundo.
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