Escorava-se a parede com um cigarro entre os dedos e uma serpente nos olhos. A fumaça lhe beijava os lábios em tentação mórbida, te amaldiçoava, te engolia, para mais dentro, suave, suave, se escondia. O frio gélido das nuvens a sussurrar o teu perfume intragável com cófs cófs cansados. Quando iremos dizer que isto não está bem?
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