domingo, 31 de agosto de 2014

Ondas e icebergs...

As  ondas rebentavam na costa, mas elas rebentavam também dentro de mim. Os icebergs gelados são gelados como minha alma o é, perdida no inconsciente constantemente alterado, subjugado e não domado. Navios se perdem em tempestades que Deus sabe jamais serão recuperados, há que se ver com dias insólitos intermináveis. Há o que  se perda dentro de mim, se perda a minha própria perda. Ulisses rogue aos céus que te tragam de volta a borda translucida do horizonte.

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