terça-feira, 19 de agosto de 2014

Progresso!

Pedindo perdão, pedindo desculpas, sussurrando explicações. As partes afundam em um oceano congelado de recriminações, mas céus, Deus sabe  o quando estou condenada ao muro das lamentações. Vergonhas que deveriam ser entregues a abismos incongruentes de uma personalidade dilatada. Divido-me ao meio, divido-me várias vezes em esperança de que alguém queira um pedaço, mas ninguém deseja fragmentos, por isto me rendo ao torpor da falta de sentimentos e te entendo estamos falando sobre ciência e progresso, não sobre mim.

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