Me amassei nos seus braços feito folha de caderno, me entrelacei em seus desastres e me perdi de mim mesma tentando encontrar, rui minhas estruturas uma vez, duas, três até não conseguir juntar os pedaços. As lembranças celebram a tentativa do esquecimento, minha luta interna grita e eclode em mim em uma enxurrada descabida. Sentimento torpe, torto, me abandona, me deixa seguir e voltar a construir, me deixa respirar sem aparelhos para auxiliar. Por favor, deixe de ser para sempre em mim.
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